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Foto digital é
passaporte para o ciberespaço
A câmera digital se tornou indispensável para quem quer
fazer parte do mundo online. Ela facilita o dia a dia do
fotógrafo amador e do profissional por vários motivos.
Não é necessário mais comprar filmes e muito menos
levá-los para fazer revelação. Dá para ver a foto tirada
na hora. Se não gostou, basta jogá-la fora e fazer outro
clique.
Com as imagens guardadas em um cartão na câmera, o
fotógrafo pode transferi-las em minutos para o seu
computador e mandá-las imediatamente para qualquer
pessoa que tenha um endereço de e-mail. Pode também
pendurá-las em ciberálbuns.
Se você quiser fazer cópias em papel de suas lembranças,
escolha as que mais gostou. Dá para imprimir em casa se
tiver uma impressora para fotografias, porém leve em
conta os custos do papel e tinta especiais. Para
economizar, vale a pena mandar fazer ampliações em lojas
especializadas.
O fotógrafo que aderir ao mundo digital precisa ter
alguma familiaridade com o computador. Além de saber
passar as fotos para seu micro, vai precisar organizar
as imagens e fazer cópias de segurança em CDs ou
guardá-las em pastas para achá-las quando quiser.
Uma dica para quem vai sair de viagem e tirar muitas
fotos: investir na compra de cartões de memória
adicionais e ter sempre à mão baterias extras e um
carregador.
Se os adultos ainda questionam a compra de uma câmera
digital, os adolescentes do século 21 usam com
naturalidade seus equipamentos e fazem dezenas de
cliques de seu cotidiano. Rapidamente passam suas fotos
para o micro e as postam em seus ciberdiários.
As imagens servem para trocar suas experiências.
Madrugada adentro, voltam a se reunir online e teclam
para comentar suas imagens, que expressam suas idéias
sobre o mundo. (Mari-Jô Zilveti)
Cuidados para a escolha da câmera
Visor para fotografar, qualidade da imagem, tipo de zoom
e espaço para guardar fotografias são pré- requisitos
para decidir o modelo
Megapixel é a palavra mágica descoberta pelo novato no
mundo da fotografia digital quando decide arrematar sua
primeira câmera do gênero.
O termo indica a qualidade da imagem, mais conhecida por
resolução, que o equipamento permite alcançar e,
portanto, o tamanho máximo que a foto pode ter sem perda
de qualidade para mandar fazer cópias com boa qualidade.
Muito bem. A tendência natural é buscar uma câmera com a
maior quantidade de megapixels. E esse teto sobe a cada
modelo lançado no mercado. Só que quanto mais megapixels
mais cara fica a câmera. Logo, o comprador deve lançar
mão do velho conceito de custo-benefício.
Antes de comprar, é importante ter clareza do objetivo
que se pretende alcançar com o equipamento. Se a
intenção for apenas registrar o dia-a-dia, sem muitas
pretensões, não é preciso investir em uma câmera com
alta resolução. Mas, se o fotógrafo quiser fotos de
qualidade profissional, que possam ser bem ampliadas,
então quanto mais megapixels melhor.
Outro importante fator a ser avaliado é o zoom da
câmera, o mecanismo que permite aproximar o objeto que
se quer fotografar. A maioria das câmaras digitais
oferece um zoom óptico e um zoom digital.
ATENÇÃO PARA O ZOOM
É preciso ter cuidado, pois fabricantes e vendedores
costumam seduzir o consumidor multiplicando a capacidade
dos dois tipos de zoom, dando assim a impressão de que a
câmera tem um zoom total superpotente.
Acontece que o zoom digital tem um quê de ilusório. Ele
permite destacar um detalhe da imagem, mas isso acarreta
em perda de resolução. Pode não ser um problema para
fotografias amadoras e uso na internet, mas é um sério
obstáculo ao uso profissional e para quem quer cópias
grandes de suas fotos.
Na hora de comprar sua câmera, avalie a relação entre o
tamanho do aparelho e sua praticidade. De maneira geral,
os modelos mais facilmente encontrados equivalem, em
funções, às câmeras compactas convencionais. Têm flash e
modos programados automáticos de disparar, mas permitem
alguns ajustes, como controle de luz e velocidade.
Outras são bem mais complexas. E caras. (M.Z.)
Fonte
Estadão.com.br
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